Finais felizes

Aqui você vai poder disfrutar dos relatos  emocionados de famílias que adotaram um animalzinho na SOZED e que hoje agradecem pela oportunidade de ter um bichinho tão especial em suas vidas!

E você? Quer adotar um melhor amigo? Entre em contato conosco, temos muitos focinhos especiais ansiosos para ganhar uma família e enche-la de amor e carinho!

Os animais carentes contam com sua ajuda!! Fazendo sua doação você estará ajudando MUITO centenas de animais carentes que estão na SOZED a procura de uma família! Qualquer quantia é muito necessária e muito preciosa para nós!

Os focinhos agradecem!

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Toth

     Sempre tive gatos, desde bebê. Minha primeira gata me adotou, quando eu ainda nem andava… Cresci apaixonada por esses animais. Sempre adotei tanto cães quanto gatinhos, na minha opinião vida não se compra e com tantos abandonos… Há 2 anos atrás, perdi minha gatinha cléo para um cancer e resolvi que não teria mais nenhum gatinho, ficaria apenas com meus cães. Senti falta de ter outro gato, mas relutava com a idéia. Sempre tive em minhas redes contatos com abrigos e protetores, e mesmo sem poder adotar, ajudava como pudesse.

Um belo dia, no mês de Maio de 2012, navegando pelo facebook vi no albúm da Sozed a foto de um gatinho, lindo, branquinho, com orelhas enormes e olhos azuis pidões, me lembrou muito um outro gato que tive (o Pitt), e fiquei apaixonada! passei uma semana e meia olhando aquela foto e lutando contra o enorme desejo de adotar… rsrsrsrs, claro que não consegui! Entrei em contato com a Sozed e me preparei pra adotar o Toth! Quase 1 mês depois do primeiro contato, finalmente o Toth chegou!!! De lá pra cá é só amor! Toth completou a família! Se adaptou já no primeiro dia e se tornou um companheirão meu! Ele é muito brincalhão, charmoso, dengoso, falante e ronronento! rsrsrsrs! Adora carinho e colo! Dorme comigo todas as noites! Não consigo imaginar mais meus dias e noites sem sua companhia!

   O melhor disso tudo, é que me apaixonei por ele antes mesmo de conhecê-lo pessoalmente e o Toth é tudo de bom! O gatinho perfeito pra minha família! A paixão, o amor, o carinho que temos por ele é tão grande, que só posso imaginar que nossos destinos já estavam traçados! Obrigada Sozed por cuidar tão bem do meu anjinho pra mim e permitir que nossos caminhos se encontrassem!

Samira Abreu.

(Adotado em Junho de 2012)

 

 

 

Sendas

   O Namoro há cerca de 6 anos . Em 2009 entrei em  contato com outra voluntária e comecei a fazer trabalho  voluntário na SOZED. Conhecendo todos eles, é muito difícil dizer qual dos sozedinhos levaríamos para casa: são todos tão queridos, cada um com um jeitinho especial que nos cativa.
Uma das atividades das quais eu participava na SOZED era o passeio voluntário. Em um deles, meu namorado foi e conheceu alguns dos sozedinhos. Ficou logo apaixonado por um em particular. Ele disse que foi nesse passeio não tão empolgado, pois pensava que seria muito triste, mas mudou de idéia ao dar carona pros cachorros e ter o “minhocão” (como o Sendas é conhecido pelos íntimos) rolando e pulando de um lado para o outro no banco traseiro, demonstrando toda sua alegria por estar ali passeando. O tempo foi passando e vários passeios se seguiram . Em todos, ele fazia questão de levar o Sendas no banco traseiro, mesmo sabendo que o doido do “minhocão” não ía parar de chutar as costas do banco do motorista o trajeto todo.
Já há anos tínhamos planos de juntar os trapinhos e dentro desses planos sempre estava a idéia de carregar um cachorrinho abandonado pra casa nova. Numa das conversas a respeito, eu comentei com ele “Escolhe” e a resposta dele estava na ponta da língua: “Sendas”. 
Em fevereiro de 2012 finalmente conseguimos nos mudar. Logo no início do mês estávamos na SOZED assinando nosso termo de adoção.
O Sendas é um cachorro idoso, por ter passado tantos anos em um abrigo, tínhamos algumas preocupações quanto ao estado de saúde dele. Fizemos toda uma bateria de exames e o Sendão estava perfeito, super saudável.
Hoje em dia ele mora conosco já há quase 5 meses e tem uma irmãzinha canina (ela era do Rafael desde que ele era criança) que é umas 5 vezes menor do que ele, mas eles se dão super bem.

 

     O Sendão é a alegria da casa. Ele não é super agitado nem carentão de atenção, como as pessoas normalmente gostam que cachorros sejam. Mas sabe demonstrar muito bem seu carinho e derrete a gente a cada dia que passamos com ele. Ele é mais durão do que os cachorros normais. O jeito de demonstrar carinho é quando chegamos em casa e ele sapateia e nos cumprimenta.O modo como ele nos segue por toda a casa, o tempo todo. E, principalmente, no modo como, durante a noite, quando estamos dormindo, ele deita encostadinho na gente. E se a gente se ajeita e se mexe para um pouco mais longe dele ao longo da noite, ele nota a distância. E, não demora muito e vai se aconchegando e já já está encostadinho de novo . Esse cão é o amor da minha vida. Somos loucos pelo Sendão!

Ass: Letícia Gentil e Rafael Vieira

(Adotado em Fevereiro de 2012)

Krisna (Ex-Pulguinha)

Moro com meus pais num apartamento pequeno e já tínhamos uma salsichinha com 13 anos, a xodó da família. Em plena madrugada, acompanhando a SOZED pelo facebook, vejo o mais novo resgate: um tal de Pulguinha, que muito me lembrou minha Kika!

Que olhar triste. Uma salsicha triste é sempre algo ruim de se ver… Depois de averiguarmos como sustentar mais um cãozinho em casa, não podíamos esperar pela visita. Duas voluntárias o trouxeram aqui e ele, hiperativo e rápido como um raio, mal podia conter sua animação.

Ele é definitivamente a mais nova alegria da casa. Até meu pai, que não queria, é quem mais compra brinquedinhos pra ele… Veio castrado e o consultamos com nossa vet qdo há qualquer dúvida.

Já destruiu mais de 4 bolinhas… A única coisa que ele não destrói é o nosso coração. Ex-Pulguinha agora se chama Krisna, nosso deus do lar… hahaha

Thais Spínola

ADOTADO EM JANEIRO/2012

Ula

                       

   Tinha dois labradores e dois poodles, mas, de um ano pra cá, fiquei apenas com um poodle. Percebi que estava muito triste e resolvi que iria adotar uma fêmea pra fazer companhia a ele, afinal de contas é muito brincalhão.

Entrei no site da sozed  dia 10/10 procurando algum que pudesse adotar e, à primeira vista, achei a Ula. Uma carinha dócil e triste e me apaixonei… mandei um email e, prontamente, me retornaram dizendo que ainda não havia sido adotada.  Mas,  Ula tinha alguns probleminhas que precisavam ser resolvidos antes da adoção. Me informaram que estava com suspeita de cinomose por causa de um tique na cabeça, esperei o resultado dos exames sem desistir, afinal foi amor à primeira vista pela internet.  Apareceram outros interessados, mas Deus a tinha guardado pra mim.

Dia 25/11 fui conhecê-la… a amei ainda mais… ela é muito mais do que esperava, se adaptou muito rápido à casa, à família e ao meu poodle, até mesmo à minha gatinha. 

Acredito que a Ula está muito feliz em nossa casa e não me arrependo nem um pouco de ter insistido e esperado por ela.  Amo essa minha menininha….  

Carmen

(Adotada em dezembro de 2011)

Valentino (Ex-Extra)

   Eu sempre fui apaixonada por animais.
Desde muito novinha, convivi com cavalos, vacas,    galinhas, cães, porquinhos da índia etc. Porém, nunca       havia tido um gato.
Sempre ouvi dizer que os gatos não gostam de seus tutores e que só se apegam a sua casa e que, caso me mudasse, o gato daria um jeito de fugir e voltar para o antigo lar.
Pois bem, por esse motivo, nunca havia cogitado em ter gatinhos, apesar de achá-los adoráveis.
Após alguns anos, por coincidência ou não, comecei a conhecer pessoas que tinham gatos e depois de conversar muito sobre o temperamento dos felinos, comecei a achar que os gatos eram mal compreendidos e que essa imagem de não amarem os seus donos, era totalmente equivocada.
Em setembro de 2011, mesmo sem nenhuma experiência, decidi que queria adotar um gato de abrigo.
Comecei a conversar com algumas pessoas sobre isso, a fim de fazer a coisa certa e entender como deveria lidar com esse novo animalzinho em minha casa, para que eu pudesse proporcionar todo o conforto e segurança que o gatinho precisasse.
Foi aí que procurei a Sozed e marquei com a Michely de visitar o abrigo para ver os gatinhos que estavam para adoção.
Por ser inexperiente e ter roedores em casa, queria um gato que fosse novinho para poder adaptá-lo a minha rotina.
Quando cheguei na Sozed, fui apresentada ao Extra, hoje em dia chamado de Valentino. Foi amor a primeira vista!!!!
Era um frajolinha muito brincalhão e novinho, devia ter aproximadamente uns 3 meses e vivia em uma gaiolinha.
Decidi que era ele! Não precisava conhecer mais nenhum gatinho.
Coloquei tela no apartamento e fui pegá-lo na Sozed.
Ao preencher a fichinha de adoção, com a Dona Úrsula, vi a preocupação que tinha com ele.
Nunca mais esqueço que ela me falou que se eu não cuidasse bem dele, iriam pegá-lo de volta.
Neste momento, vi a seriedade do trabalho que fazem e da responsabilidade de levar um animal, que apesar de merecer viver em uma família, tinha que ser uma que realmente merecesse o seu amor e o cuidasse bem.
   Depois de aproximadamente 1 mês, adotei um outro gatinho que havia sido abandonado na rua com a mãe e seus irmãos.
Hoje, não consigo mais entender a minha vida sem a presença do Valentino e do seu irmãozinho Lafayette.
O Valentino é bagunceiro e teimoso, mas eu o amo a cada dia mais.
Me divirto com o seu jeito independente de fazer o que quer e quando está fazendo alguma bagunça e eu reclamo, ele apenas pára, olha para mim com a cara mais sapeca do mundo e continua fazendo o que quer. rsrsrs
Muito obrigada Dona Úrsula e Michely por ter me ajudado a encontrar esse gatinho lindo e bagunceiro que é uma das razões da minha minha vida e mora no meu coração.
Ele é muito mimado e ganha muitos abraços e beijos da mamãe todos os dias.
Mônica Cooper
(Adotado em Setembro)

Pérola

  Fui criada cercada de  bichinhos, sempre tive  cachorros, gatos, porquinhos  da india, hamsters, patos,  peixinhos, enfim nunca fiz cara  feia para nenhum ser vivo. Por  esse motivo o meu amor aos  animais começou ainda bem  novinha, também comecei a  questionar o fato de ter que  comprar um amiguinho, já que  com as pessoas não são assim, ninguém vai a uma loja e compra um filho!
São questões que  são tão complicadas para certas pessoas que as vezes parece que falo grego. A atitude de adotar é a mesma de ser adotado, é um sentimento que vai, e outro maior ainda que vem, uma experiencia singular e unica. Sem muita explicação, porém forte o bastante para sentir.
Quando resolvi adotar a Pérola não fui pensando em mim e sim na minha gata Jade que ficou sozinha ao ver o seu amigo partir, ela ficou muito triste precisava de uma companhia. E só de pensar que faria muito bem para um certo alguém que precisava de companhia também não pensei duas vezes.
Ela no inicio era muito arisca, muito estressada, mas foi com muito amor dedicação que consegui mudar essa personalidade, agora é toda meiga uma fofa só preciso descobrir como faço para ela acertar o lugar certo onde fazer suas cacas….rs!!
Estamos muito felizes!!!
Foi muito bom conhecer o trabalho de vcs e poder contribuir com isso, conte sempre com a minha parceria!!
Bjux e muito obrigada pela minha filha!!
Carol Emygdio

 

 Lola

 Bem, uma grande parte da minha vida sempre tive animais em casa, primeiro gatos e depois fui criadora de sharpei e Mastim Napoletano. Uma época de muuuuuuito trabalho e gastos, mas também de muito prazer.

Fiquei grávida em 2003 e em 2004 resolvi me mudar pra um apartamento(morava numa casa antes) por ser em um local mais seguro pra criar minha filha. O tempo foi passando, e minha filha sempre adorou os bichinhos, mas eu já havia resolvido q nunca mais teria animais em casa, ainda mais apartamento.
Uma amiga que tenho, fez resgate de 2 gatas perto da casa dela, e eu comecei tentar ajudá-la na adoção e ela já fazia parte de algumas comunidades protetoras pelo Facebook. Daí um belo dia apareceu um post de uma menina doando um casal de Persas lindos e fiquei apaixonada. Entrei em contato várias vezes pra tentar a adoção, mas não tive nenhum retorno, fiquei chateada e achei mais uma vez que não era mesmo pra ter mais bichos em casa. Mas eu já havia falado pra minha filha sobre a adoção e a cobrança começou mais do que nunca.
Foi quando resolvi conhecer a SOZED e conversei com a Michely sobre uma visita pra conhecer os animais para adoção. A gente fica doida pra levar todos, mas infelizmente não da, pelo menos por agora.
Conhecemos a Lola, dentro de uma gaiolinha, linda,branca com olhos de cores diferentes e foi paixão a primeira vista.Uma gata já adulta, que já sabia fazer suas necessidades no lugar certo. 
Quando chegou em casa, ficou um pouco ressabiada, mas passou muito bem a noite, demorou um pouco só pra se alimentar.
Hoje com quase 2 meses já aqui, é o Xodó da casa, adora um carinho, mas não curte muito colo. Não sobe em nada da cozinha, e nem chega perto dos nossos pratos quando estamos nas refeições. Acho q ela não era de rua, é muito adaptada aos barulhos de uma casa, como exemplo o aspirador de pó, que ela deixa até passar nela..rs.
Lola é um anjinho que caiu do céu na minha vida e da minha filha que tá super feliz com sua “filha” de 4 patas. A cada dia é sempre uma surpresa e um novo aprendizado, pois o amor dos animais é o mais puro do mundo.
Thell e Giovanna

(adotada em agosto de 2011)

 

 Romário

  Estava procurando um cachorro para adoção, pois sei que há diversos cachorros abandonados necessitando de lar e cuidados. Comprar um cachorro, para mim, não era uma opção. Sendo assim, comecei a procurar instituições de adoção de animais através da internet. Encontrei, então, o site da SOZED e, passeando pelas fotos, vi que uma amiga, chamada Júlia, estava atuando em conjunto com a instituição. Já sabia que ela era veterinária, mas não a encontrava havia alguns anos. Vê-la nas fotos me deu a confiança necessária para procurar a SOZED, que estava fazendo uma feira de adoção na Lagoa, em conjunto com a G.A.R.R.A. Havia diversos cães na feira, mas todos bem novos. Perguntei à Michely, voluntária da SOZED, se poderia ir até a sede da instituição naquele dia mesmo. A resposta foi positiva. Assim, me desloquei para o Rio Comprido e, chegando à sede, descrevi o tipo de cachorro que eu buscava: cão idoso (por saber que os idosos têm mais dificuldade de ser adotados), de pequeno/médio porte e que fosse calmo (já que moro em apartamento). A enfermeira Lilian, da SOZED, decidiu me mostrar um cachorro em particular, chamado Romário. Ao entrar no canil, instaurou-se uma festa generalizada, como já era de se esperar. No entanto, Romário estava em cima de uma mesa (segundo o pessoal da SOZED, o seu lugar preferido) sem fazer qualquer barulho. Ao me aproximar, apenas esperou o afago, o qual certamente sabia que eu lhe daria. Virei para meu irmão e disse: “É esse”. Ele respondeu: “É… com certeza!”.

Na semana seguinte, recebemos o Romário em nossa casa. Ele está sendo medicado contra a doença do carrapato, recebeu banho e tosa e, para minha surpresa, não subiu em nenhuma mesa (ou qualquer outro móvel) da minha casa. Permanece calmo, sem dar um latido sequer. Quanto a mim, sinto algo indescritível quando penso nele… mas também não dou um latido sequer.
Leandro B.S.

(Adotado em agosto de 2011)

 

 Teco  

    Eu já estava querendo um cachorro mas os meus pais não estavam gostando muito da idéia.
Como uma amiga é voluntária desdo começo do ano na SOZED, já tinha ido lá visitar algumas vezes. Um dia, ela disse que ia ter uma feira de adoção e que estavam precisando de gente pra ajudar e perguntou se eu poderia ir. No dia 16-07-2011 fui na feira e conheci o Teco. Acabou que ele não foi adotado. Já fiquei meio balançada e falei dele pra todos aqui em casa. Depois disso, houve outro passeio e ai tive a certeza de que eu queria adota-lo. Me apaixonei! Cheguei em casa no dia 31-07 e falei com todo mundo o quanto queria trazer ele pra cá. Conversa vai, conversa vem, ele chegou aqui no dia 5 de agosto.

O Teco é um amor, muito doce! Aqui em casa nós somos 5 pessoas e todo mundo já se apaixonou. Uma das melhores coisas que fiz na minha vida, foi adota-lo. Ele é meu amorzinho! Recomendo adotar um animal também, é muito bom ve-lo feliz e ficar feliz com isso. É muito amor!

Ana clara e família.

(Agosto de 2011)

 Chiquitita

    Eu Gabriel há muito tempo já queria um amiguinho(a) e meu pai descobriu a adoção.Foi na hora certa, pois a minha chiquitita que vivia com meu avô morreu no mesmo dia em que eu fui na sozed e encontrei essa linda cachorrinha.Ganhou esse nome pois é muito parecida com a antiga.Fica assim uma homenagem.Me comprometo junto com meus pais a cuidar e dar muito amor e carinho pra ela.

Que Deus abençõe vocês sempre e sempre.

Gabriel Carvalho,Claudiana e Joaquim

(Julho de 2011)

Ebony

A Ebony chegou a nossas vidas quase sem querer. Meu esposo,o Fábio,e eu pensávamos em dar uma irmãzinha para a Bionda,cadelinha que tínhamos adotado em abril/2010. Ela foi muito maltratada, por isso desenvolveu muitos traumas e ficar o dia todo sozinha em casa enquanto trabalhávamos não estava ajudando. Mas sabendo da responsabilidade que é ter um cão estávamos amadurecendo a idéia. Nesse meio tempo eu procurava um lugar onde pudesse como voluntária ajudar a cuidar de animais abandonados e foi assim que cheguei a uma feira de adoção do G.A.R.R.A. em que a SOZED também estava presente, em janeiro/2011. Fomos eu, Fábio e Beatriz (minha enteada) conhecer o trabalho do grupo,levei algumas doações,conversei com algumas pessoas.

A feira tinha muitos  cachorrinhos fofos, mas vi um  “montinho preto” que me  despertou um súbito interesse.  Eram 3 bebês.Imediatamente  peguei uma mocinha no colo,  que não se incomodou e se  aconchegando nos meus  braços continuou dormindo.  Naquele momento me  apaixonei, tinha que levá-la para casa! Como quem nada quer chamei o Fábio e a Beatriz para que a vissem e sugeri que seria perfeito ter uma filha loura e uma preta. Imediatamente ele negou alegando todas as despesas, falta de espaço e tempo, desconversou e saiu de perto. Combinei com a Beatriz alguns argumentos que sabia que o convenceria. Disse a um dos voluntários que não deixasse que ninguém levasse minha pretinha, eu a adotaria!

O Fábio foi duro na queda, mas eu e Beatriz conseguimos “dobrá-lo”. Quando nos aproximamos novamente dos filhotes ela estava acordada. Assim que ele a pegou no colo e a aproximou do rosto a pequena cadelinha começou a lambê-lo. Pronto, o Fábio ficou completamente desarmado!   Entretanto eu não tinha como levar aquela coisinha tão pequena e fofa para casa. Da feira iríamos direto visitar alguns familiares que moram próximo ao local. Fomos advertidos sobre os riscos de deixá-la mais tempo em um abrigo e com a ajuda de uma das voluntárias solucionamos a questão. Por morar muito perto dos nossos parentes ela levaria minha filhotinha para sua casa e eu passaria lá para buscá-la no começo da noite. Somos todos muito gratos pela confiança que depositaram em nós!

Ela era tão pequena que sentava na palma da minha mão. Fomos para casa com ela dentro de uma caixa de ferro de passar roupas. Ficamos tensos com a possibilidade da Bionda e da Lady (nossa primogêntia, uma gatinha SRD que também foi adotada) não a aceitarem. Mas como Deus sabe o que faz correu tudo bem. Imediatamente Ebony e Bionda se tornaram companheiras. Ebony tentava mamar na Bionda. Na feira soubemos que ela tinha sido abandonada na porta da SOZED, um ou dois dias antes, junto com mais 12 filhotes. Nunca vou entender como alguém pode fazer isso!

   Hoje ela é a alegria da casa. Muito levada,  saudável (como ela cresceu!), meiga,  carinhosa. Está sempre bagunçando a casa  com sua irmã. Ainda não se conformou  com a Lady, que não brinca com ela e até  chora, buscando alento no colo da mamãe  ou do papai. Extremamente sociável,  cumprimenta a todos por onde passa,  adora ficar na janela e até aprendeu a pedir  isso. Adora ficar com a barriguinha para  cima, já sabe que assim ganha muitos c  carinhos. E também que consegue  diminuir a bronca dessa forma quando faz  alguma besteirinha. Todas as manhãs come  mamão com o papai. De noite, após o  jantar, sempre ganha mais frutas. Na hora de dormir se deita na poltrona do quarto, que eu puxo para perto da cama. Não existe coisa mais gostosa do que senti-la recostar a cabeça no braço para dormir. Fico toda orgulhosa quando a veterinária diz o quanto ela é saudável, bem cuidada e por isso mesmo visivelmente feliz. Em casa é a nossa Ebony, Preta, Pretuxa, Pretuxita, Bebezão, Bebezuda, Bebê Gigante…

Somos muito felizes pela Ebony fazer parte de nossas vidas, ela é uma cadelinha fantástica e fez muito bem para a Bionda ganhar uma irmã. Meu amor por elas é tão grande que fiz uma tatuagem com as iniciais dos nomes delas: “B” e “E”.

Vira-lata é tudo de bom!

Bianca e família.
(Eboony foi adotada em janeiro de 2011 – texto  de agosto de 2011)

 

   JB

 Ele chegou a nossa família em 2007. Tínhamos acabado de nos mudar de volta para o Rio de Janeiro, depois de alguns anos morando em Penedo, e sentimos a casa tão vazia sem nenhum animal para nos receber na porta, fazer festinhas e tudo aquilo que quem ama animais sabe bem como é.

Após uma rápida reunião de família, estava decidido. Teríamos um cãozinho! Já havíamos tido alguns cães de raça, todos maravilhosos também, mas dessa vez resolvemos adotar um vira-lata legítimo. Minha filha ficou logo toda animada e começou a busca pelo novo cão da casa. Encontrou o site da SOZED, uma organização sem fins lucrativos, localizada no Rio Comprido, Rio de janeiro, que cuida de animais de rua e os disponibiliza para adoção. No meio de tantos cães, que também balançaram nossos corações, tinha a foto de um filhotão chamado JB. A carinha dele logo nos conquistou. Com aquelas orelhinhas meio em pé, meio caídas e com um olhar feliz, apesar de não ter ? ainda- uma família, foi amor a primeira vista. Ligamos para lá e perguntamos se ele estava disponível para adoção. Informaram-nos que sim. Que ele acabara de ser castrado e estava apenas a espera de um lar. A alegria foi geral e logo no dia seguinte fomos buscá-lo.

Adotamos o JB quando ele tinha 8 meses. JB porque ele foi resgatado pela turma da SOZED quando era bem filhotinho e estava amarrado na porta do Jornal do Brasil. Hoje, após 3 anos de convivência com ele, temos a certeza que era pra ser. Ele encheu nossa casa de alegria com seu jeitinho carinhoso, brincalhão e preguiçoso. Conquistou nossos corações com a sua forma toda especial e delicada de brincar com meu neto de 3 aninhos, de se esconder embaixo da cama quando estoura fogos a muitos e muitos metros de distância, de querer brincar de cordinha quando estamos ocupados trabalhando, enfim, conquistou nosso coração sendo do jeitinho que ele é, perfeito!

Para quem quer ter um cãozinho, aí vai minha dica: adote! Existem vários cães, de diversos tamanhos, cores, temperamento esperando ansiosamente por um lar. Estou certa de que não irão se arrepender.

Para quem quiser conhecer a SOZED e ajudar, seja como voluntário, fazendo uma doação ou adotando um de seus animais, segue o site: http://sozed.wordpress.com

Um beijo a todos,
Paula Buentes e família.

 

Duquesa

 Eu adotei a Duquesa em abril de 2009 para que ela fizesse companhia ao Mengo, meu outro cachorro que já tinha 1 ano e precisava de um amigo pra brincar. Eu queria um cão que já fosse adulto, castrado e mais ou menos do mesmo tamanho que o Mengo. Quando conheci a Duquesa na Sozed quis leva-la pra casa!

Assim que a Duquesa chegou em casa, nós tivemos um pequeno desentendimento… ela subiu no sofá e quando fui tira-la, ela me mordeu. Eu não levei para o lado pessoal, afinal, ela não me conhecia e tinha acabado de chegar em um local totalmente novo e diferente, era normal que tentasse se defender. Não exitei em manter a firmeza e tira-la do sofá mesmo assim e na hora ela entendeu que era eu quem mandava na casa. Levei ela para o quintal para conhecer o Mengo, eles se deram bem logo de cara!
Com o tempo ela foi aprendendo a confiar na gente, deixou até de rosnar quando chegamos perto da comida dela, e se tornou uma fofura de cão! Hoje quando chegamos em casa ela sai correndo pra buscar um brinquedinho e traz para a gente jogar, adora um carinho na barriga, corre com o Mengo pelo quintal latindo para os passarinhos e micos que passam por aqui!
A caminha que demos para ela quando chegou, ela comeu! Deixamos sempre um cobertor ou toalha, mas ela gosta mesmo é de dormir no chão! Só quando chove ela sobe nesse banco que tem na varanda pra dormir.
Ela até hoje ainda é “esquentadinha”, quando vai no veterinário ou tomar banho tem sempre que usar mordaça, faz parte da personalidade dela. Mas quando as crianças do prédio vão no quintal brincar com ela, é sempre meiga e carinhosa com todos.
É uma alegria saber que pude dar um lar e carinho pra essa cadelinha tão especial, e mais ainda saber que posso contar com ela dia após dia.

- Valentina Zanini -

Nina (ex-Pitanga)

Ha algum tempo queríamos um cachorro, mas meu marido era totalmente contra comprar um, visto que exitem muito que estam disponíveis pra adoção.
Então começamos a procurar, eu queria muito um basset, já tivemos um e adorei a raça, mas nada de achar um pra adoção, então meu sábio esposo perguntou por que não podia ser um SRD, rsrs.
E começou outra procura… no dia 15 de maio fomos a uma feira de adoção, confesso que quando chegamos lá, só vimos filhotes, não nos enteressamos muito, queríamos uma cadela jovem, mas não filhote. Ficamos na praça com nossas filhas brincando por pelo menos meia hora se não mais, até que vi meu marido com uma cadelinha pretinha, de pêlo curto, achei que fosse de alguém e ele disse que ela estava pra adoção!

 Ahhhh, foi amor a primeira vista!! Do jeitinho que queríamos! Então falei pra ela (a Nina que era Pitanga): vamos pra casa?! rs
Ela está se adaptando bem, cada dia é um avanço, ainda é muito medrosa, mas já tem latido pra barulhos estranhos, compra a gente com o olhar, e que olhar! É mais esperta que esperávamos, na primeira semana, já aprendeu a sentar e dar a patinha e já sabe e muito bem que é da cozinha que saem coisas gostosas, rsrs
Se alguém ainda tem algum preconceito pelos SRD, posso garantir, são os melhores!!
Ela veio pra somar nossa família e se acostumou muito bem com nossa vida com três crianças em casa, tão bem, que chora quando as meninas vão pra escola, rsrs.
Adora uma cama, um sofá, mas trocou quando compramos uma cama bem fofinha e quentinha, gosta de usar blusa pra dormir, verdade, ela fica toda feliz quando a vê, faz todas as necessitades no jornal, é perfeita não é?! rsrsrs
Essa é nossa menina, essa é nossa Nina!!

(Adotada em maio de 2010)

 

 

Xandinha

Olá!!
Nossa, a Xandinha está ÓTIMA, melhor não poderia estar.. rs
Os novos irmãos a aceitaram mto bem. O vira-lata é um xodózinho com
ela.. toma conta direitinho e tem o maior cuidado pra não machuca-la.
O labrador, por incrível q pareça está mais na dele e não se ”mistura”
mto. As vezes, qdo ela está atacada, corre pra morder o rabo dele e ele
dá uma rosnadinha, mas nada demais.
Ele só brinca com ela a hora q ele quer, talvez seja pq aturou mto o
vira-lata quando era filhote e pensa: “Ah não… mas uma. rsrsrs
A adaptação dela foi ótima, no primeiro dia já fez xixi e cocô na areia,
os probleminhas de pele já sanaram, inclusive está super peluda, já
incorpou bastante (ela nao pesava nem 0,5 kg, a balança nem marcava.
Agora já está com 0,8 kg), já tomou o vermifugo de 45 e 60 dias, come
Royal Canin, ainda dou o próbiotico e ela ainda está aceitando leite,
entao antes de dormir, eu faço um denguinho nela e dou mamadeira.
Resumindo, ela está uma princesa, super mimada, mto mto carinhosa e é a
daminha da casa!
Estou enviando algumas fotos para ver como ela está gatona!!
Em breve a levarei aí para castração.
Alessandra Durand

(Adotada em 2010) 
 
 
 
 
 Lady Pituca

Olá Maria,
A Pituca (o novo nome da moleca) está se adaptando bem, está ainda assustada com a casa e os barulhos novos! Mas acho que está feliz! Minha mãe fez até um poema para ela, que está abaixo .
 
 
 
 
Lady Pituca!
Nídia Vargas Potsch
 
De mansinho, acanhada,
foi chegando.
Toda desconfiada, cheirando
todos os cantinhos …
Pela casa andava
fazendo um charminho.
Delicada, porte pequeno,
olhar meigo, tristonho,
muito dócil até … quem sabe …
botar as manguinhas de fora … Será?
Cor de caramelo, clarinha,
uma fofura bem magrelinha,
 
A menina pequenina
tudo foi bisbilhotando.
Mas o que gostou mesmo
foi do ar refrigerado
onde se refugiou.
Não é boba nem nada,
já sabe o que é bom …
Mas, ainda não ouvimos sua
sua bela voz de princesa, ou seja,
não latiu uma única vez …rs .
Com um bom trato vai ficar outra!
Mais alegre, feliz e ágil companheira.
Assim esperamos!

(Adotada em 2010) 

Thor

Foi por acaso que adotamos o Thor. Quando minha filha Hellen entrou no site da SOZED logo se apaixonou pelo Teko, mas quando foi conhecê-lo viu que ele era muito grande para uma apartamento pequeno e com dois gatos retirados da rua.
Bem, o Thor logo pediu carinho para a Hellen e ela ficou encantada. Não sabia de seus problemas, muito menos de sua idade. O que importa para nós é o amor pelos animais.
Hoje, depois de 1 mês, o Thor está curado do ouvidinho e seu pelo está lindo e quase não cai.
Ele é especial! Uma anjinho de quatro patas que Deus colocou em nossas vidas e nos deu de presente.
Ele tem sua caminha com muitos brinquedos, sai para passear no mínimo 3 vezes ao dia, participa de tudo em nossas vidas, reuniões de família, casa de amigos, etc… e confesso: ele está sendo super mimado!
Com ainda é criança, quando está na rua quer brincar com todos os outros amiguinhos que encontra, não importa o tamanho. E todos ficam encantados com ele.
Faz terapia com florais para esquecer o que passou, ser mais feliz e não ter mais medo de ser abandonado, pois chora muito quando alguém sai e quando chego em casa pula tanto que fica cansado.
Bem, como já disse ele é um super presente! E, com certeza, faremos de tudo para que seja muito FELIZ.
Obrigada a todos que nos permitiram ser mãe e avós do Thor!
 (Adotado em 2009)

 

Chiquinha chiquinha

Adotamos a chiquinha faz 1 mês na Sozed. Haviámos perdido nosso poodle de 14 anos pouco tempo antes de adotá-la. Chiquinha trouxe mais alegria à nossa casa! Ela apesar de ser um pouco medrosa, é muito educada e adora fazer uma bagunça conosco! Ela está sendo adestrada, está perdendo o seu medo das pessoas e já sabe até sentar! Estamos muito felizes com nossa nova companheira!

Náthali e Tiago
(Adotada em 2009)

Snoop (ex-Bagunça)

Olá! Somos os novos donos do Snoop(Bagunça)!bagunçaSnoop2
Para nós é um prazer imenso tê-lo junto conosco… como o nome adora uma bagunça. Ele se tornou a alegria da nossa Família. Ele é um cachorrinho muito obediente e brincalhão.
Todas as crianças da nossa família adoram ele.
Agradecemos muito a vocês por nos proporcionar uma alegria tão grande quanto o Snoop.
Gratos.
Família Monteiro.
(Adotado em 2009) 

 

 

Tonks

A Tonks está ótima, ela é uma cadelinha profundamente adorada por todos da família, que já está completamente integrada à nossa vida. Mês que vem ela completa dois anos, e desde que nós a adotamos, aos três meses de vida,tonks4 só tem nos trazido alegrias. Não se passa nem um dia sequer em que a gente não dê pelo menos uma enorme gargalhada com ela, e isso só pode fazer bem! Ela é brincalhona e carinhosa. Adora brincar de cabo de guerra conosco, puxando uma cordinha ou algum brinquedo. Se a gente fica muito tempo quieto, ela mesma traz a cordinha e põe no nosso colo, e fica dando focinhadas até a gente dar atenção.

De noite, quando estamos todos em casa, ela faz correrias pela casa, quase dá pra ver ela rindo, de bumbum empinado, pronta pra sair correndo quando a gente ameaça que vai pegar. Se nos juntamos para ver um filme, ela deita no sofá conosco, ou se estica no chão aos nossos pés. Dorme na cama com meu filho mais novo, e tem um enorme senso de proteção em relação a todos de casa. Durante o dia, sua posição preferida é no encosto do sofá, de onde vigia toda a casa, ou entre as almofadas.
Nós temos um pequeno sítio em Petrópolis, e sempre que vamos lá, levamos a Tonks. Ela adora! Corre no meio do mato, toma banho de rio e se dá muito tonks3bem com as pastoras alemãs de nosso vizinho, brincando sempre com elas.
Enfim, ter cachorro dá trabalho, sim, a gente tem a maior responsabilidade com a higiene dela e do ambiente em que ela está, com alimentação, com as vacinas e remédios, mudou a rotina da casa em alguns aspectos, mas tudo isso é compensado com sobras pelo carinho dela conosco, pela alegria de tê-la em casa, pelo olhar doce e leal com que ela nos contempla.
Abraços,
Ana Paula
(Adotada em setembro de 2007) 

 

Clovis

Gostaria de dizer que sou muito feliz com meu novo amigo, o Clovis. Conheci o Clovis, um gato adulto amarelo com olhos dourados, na SOZED. Expliquei para ele que estava procurando um novo amigo adulto, mais maduro, mais sábio, enfim alguém exatamente como ele. Então foi viver na minha casa. Em Clovispouco tempo, ele ficou totalmente adaptado, conquistando o meu marido, minha família (louca por cachorros), e meus amigos.
 
O Clovis tem um charme contagioso e um carisma paciente. Quando ele perde um brinquedo em casa, ele me chama e me mostra onde perdeu. Quando de repente ele se vê sozinho, ele me chama para saber onde estou. Quando respondo, ele vem correndo para ficar perto de mim. Quando chego em casa depois do trabalho, ele já está a minha espera na porta, fazendo pose e miando! Quando está na hora de dormir, ele me espera para ir para o lugar dele, na cama, é claro. O momento mais feliz para ele é quando ganha (e dá!) um pouco de carinho, um pouco de colo, um beijo de nariz e depois simplesmente poder estar junto com as pessoas que ele ama. Ele é minha sombra amarela!
 
clovis4Como qualquer responsável de um animal, eu poderia falar sobre ele horas e horas. Mas o que eu queria realmente falar (e que o Clovis não pode saber), é que eu sei que qualquer um dos gatos ou dos cachorros da SOZED, ou de outro abrigo, ou abandonado na rua, teria entrado na minha vida com um lindo milagre. Cada um com seu jeitinho especial e a sua personalidade única. Aos meus amigos que não tem um animalzinho, gostaria que você pensasse antes de comprar num petshop ou de alguém que cria animais “de raça”, pois tem tantos amigos-animais esperando para entrar na vida de uma pessoa especial–VOCÊ!
Beijos,
Anna Marie
(Adotado e 2006) 

Noel, Lobo e Caramelo

penedo1

Esta é a foto do jardim de trás da minha casa aqui em Penedo, que é onde ficam Lobo (ex-sozed), Caramelo (ex-sozed), Glória Maria (ex de rua de Penedo), Creusa e Dalila (mãe e filha, ex de rua de Penedo).

penedo4O Caramelo (ex-perninha) está lindo. Vive com um brinquedo para cima e para baixo e está bem melhor da perna. Também, corre para cima e para baixo o tempo todo com as amigas Creusa e Dalila. Agora arrumou uma namorada, a Fátima Bernardes, que aparece na foto, deitada ao lado do Lobo, o pastor.

O Lobo parece um gato. Vive pedindo carinho, se esfrega na gente o tempo todo, não arruma confusão com ninguém e adora visitas. Gosta muito que a gente fique coçando o pescoço na parte de baixo. Quem diria que ele era tão bravo. Agora é de uma docilidade só. Nem liga para as provocações penedo5dos outros, mas tb não é de brincar.
É muito amigo do Caramelo. O Lobo eu havia achado na Barra da Tijuca na rua atrás da minha. Como na época minha casa aqui em Penedo ainda não estava pronta, ele foi castrado e ficou por um ano na Sozed. Ficou muito triste e bravo. Mas agora, é meu amigão. Além de ficar dorminhocando o dia todo, ainda sai comigo para passear todas as manhãs. Ele adora sair comigo. Ele não deixava dar banho nele, mas agora toma banho todos as semanas e deixa eu pegar no rabo dele e na patinha. Antes, nem pensar.
O Noel (ex-sozed) , um pastor velhinho, parece que já estava com 14 anos pela avaliação do vet daqui e eu já tinha informado que ele havia morrido. Mas foi rápido e não sofreu. Foi quando eu ainda não morava direto aqui em Penedo.
 

Abraços, Maurício

(Adotados em 2007)

Zeus (ex-Jojoca)

Olá amigos da sozed!
No início do ano de 2007 adotei um cãozinho…que se chamava Jojoca e desde então se chama zeus… eu sempre fico de mandar notícias e acabo esquecendo devido a correria do dia-a-dia…
O jojoca-zeus (rs) está muito bem! No fim de 2007, nos mudamos para uma casa…e o zeus tem bastante espaço!

O Zeus em janeiro ganhou uma ‘irmãzinha’, que ainda pequenininha só queria saber de dormir enroladinha com ele! Os dois vivem juntos, e brincam o dia todo… Depois da chegada da irmãzinha o zeus ficou maisjojoca ativo…brincando com bolinhas e bichinhos.

Há um ano minha vó que tem alzheimer veio morar conosco, e o Zeus é uma alegria pra ela também… por ser muito calminho a gente deixa ele sem preocupação perto dela, que apesar de não gostar de cachorros adora o Zeus. Ela esquece de todos quando vai a outros lugares menos dele. Só lembra da casa por causa do “cachorro branco que espirra”.rs
Enfim, eu e minha família só temos que agradecer a vocês por terem colocado o zeus em nossas vidas!

Um beijo grande e obrigada por tudo!
Annanda

(Texto de 2007)
(Infelizmente zeus veio a falecer em 2010)

Boca

 Em julho de 2005 estivemos na Sozed com o meu irmão para que eleadotasse um filhote. Lá conhecemos esse cão muito lindo, mas que tinhaesse probleminha na boca. Por isso ninguém queria adotá-lo, apesar de
ser muito carinhoso e dócil. Ficamos tão encantados por ele queboquinha
resolvemos adotá-lo na mesma semana. No início a gente teve medo de ele não se dar bem com a Hanzel (nossa outra cadela), mas nunca
tiveram problemas e são grandes amigos. Já está castrado, tem todo o amor, carinho e também uma casinha de madeira que é enorme só pra ele.
Adora passear todos os dias e sempre dá a patinha quando a gente
chega. Não pode me ver sentado na escada que vem deitar no meu colo.
Hoje não conseguimos mais viver sem ele!
Bruno e Zione
 
Marcela

A Marcelinha, que agora chamamos de Mel, está ótima. Ela é muito carinhosa e muito brincalhona. Foi pra mim um verdadeiro presente de Deus.
No início ela era muito medrosa, pois havia sofrido muito e confiar em alguém era muito difícil, mas hoje é diferente, ela é um doce. Bem… adora dormir na minha cama, gosta que eu faça carinho nela enquanto come, adora brincar de bolinha com meu marido, gosta de brincar com sua companheira a Morena e é claro carinho na barriga (ela se entrega toda…rsrsrs).

Estou enviando algumas fotos da Mel (Marcelinha),como havia pedido, e da Morena (ela também é deficiente, tem o rabinho cotó) sua companheira, pra que vocês possam conhece-la. E não se preocupem, a adaptação das duas foi um sucesso!

Um grande abraço,
Sílvia
(Adotada em 2008)

Lua

A Lua está cada dia mais linda e dócil, nem parece aquela cachorrinha medrosa e assustada de antigamente. Ganhou o coração de toda a família. lua.jpg
Está sendo muito amada e ‘paparicada’. Ela tem se alimentado muito bem, inclusive adquiriu alguns quilinhos a mais.
Aquela dor de ouvido que ela tinha, devido a otite, está devidamente tratada.
Quero agradecer a vcs por terem me proporcionado a oportunidade de conviver com uma cachorrinha tão querida.
Abraço
Andrea
(Adotada em 2006)
 

 

Pepê e Zuca

bichos-001.jpg

Pepê, mais conhecida como Petrô ou Petrobrás, estava na SOZED já há vários anos. Eu a conheci numa feirinha de adoção em janeiro/2007. Poucos meses antes havia perdido Cleópatra, minha Old English Sheepdog, de câncer, aos 7 anos de idade. Quando resolvi ter um outro bichinho, visitei o site da SOZED e fiquei de ir à feirinha da SOZED/SOS Vida Animal lá no Bairro Peixoto. Pepê estava lá, faceira toda vida… Eu gostei dela logo de cara, Juju me contou sua triste história e fiquei admirada com o jeitinho simpático e amoroso dela. Mas não a levei naquele dia, resolvi voltar para casa e pensar um pouco mais se queria ter um outro bichinho. Uma semana depois, voltei e não só trouxe a Pepê mas também a Zuca, uma outra vira-latinha linda que havia perdido sua dona pouco tempo antes. Estava tristíssima em sua jaulinha e eu não resisti. Pensei na dor que senti ao perder minha Cleo e imaginei o que ela estaria sentindo depois de perder sua dona. Trouxe as duas para casa.

Depois de alguns dias, as duas já estavam com outra cara. Pepê começou a engordar, o pelo cada dia mais lindo e ela cada dia mais sapeca. Zuca teve alguns probleminhas de saúde mas agora está bem. Engordou bastante e recuperou sua alegria. Não é nem a sombra da cachorrinha triste que conheci.

As duas têm confortáveis caminhas e pegam sol toda manhã em minha varanda. Acho que estão felizes, e eu muito mais em tê-las aqui. São dois presentes que alegram minha vida!

Abraços e boa sorte com os sozedinhos!

Claudia Cavalcanti

(adotadas em 2007) 

 

Meg (ex-Princesa)

Há dois meses nossa linda Amélie morreu e decidi dar um tempo, antes de ter outro animal. A casa, porém, ficou vazia, nosso poodle Beethoven tristonho e carente e, então, pedi a meu marido e minha filha, após intensa troca de emails com a Sozed, que fossem lá (não tenho coragem) e vissem uma Meg3fêmea calminha, adulta, porte pequeno ou médio, e que se desse muito bem com outros animais. Tinha até várias candidatas e torcida

Para minha surpresa, meu marido foi “adotado” pela Princesinha, logo que  chegou. Então, não houve jeito…

A ex-Princesinha, hoje nossa Meg, é ENOORME, LEVADÍSSIMA, AGITADA, TERRÍVEL, porém ADORÁVEL! Já se adaptou à casa (bem até demais) e inferniza seu idoso amiguinho o dia inteiro.

meg2Em resumo: não era a cachorrinha calminha que eu tanto queria, mas foi a que Deus nos mandou e temos certeza absoluta de que ela está muito feliz, engordando, tomando banho semanalmente na Pet, enfim, agora está uma verdadeira Princesinha.

Obrigada à Sozed por esse presente (meio de Grego, a bem da verdade)!

Zulu

zulu lindo

Lembro-me como se fosse hoje o dia em que recebi um e-mail da SOZED enviado ao grupo Anjos dos Animais, do Yahoo, ao qual eu havia acabado de me filiar. Aquele e-mail me tocou profundamente, pois pedia ajuda financeira para a cirurgia de um cãozinho que havia sido atropelado e estava com a coluna fraturada. Fiquei emocionada pois, segundo relatava o e-mail, o cãozinho tinha ficado muitas horas jogado na rua após ter sido atropelado, sem que ninguém o socorresse. Apenas à noite é que uma alma caridosa resolveu ajudá-lo – esse anjo era uma voluntária da SOZED, Jacqueline, que chamou a presidente da instituição, Maria, para juntas fazerem o resgate. A essa altura, os dentinhos daquele cãozinho já estavam pretos por causa da foligem da rua, mostrando que ele já estava ali agonizando havia muitas horas.

Doei uma certa quantia para contribuir com a cirurgia do Zulu – esse era seu nome. Dois dias depois, recebi um novo e-mail da SOZED avisando que a cirurgia havia sido um sucesso, mas que, infelizmente, o Zulu nunca mais voltaria a andar. Anexado ao e-mail veio uma foto dele, deitado em um cobertorzinho, de fralda, brincando com um bonequinho do Flamengo. Foi paixão à primeira vista e, a partir daí, movi mundos e fundos para adotá-lo!

Assim que ele se recuperou da cirurgia, acertamos que ele viria do RJ para Natal de avião. Em junho de 2004, finalmente chegou o dia do grande encontro! Eu e meu marido (então namorado) fomos buscá-lo no aeroporto. Ele saiu da caixa de transporte se arrastando, estava faminto e com muita sede. Chorei ao abrir a sua malinha: ali estava o bonequinho do Flamengo, seus remedinhos e um vidrinho com o seu perfume (segundo a Jacqueline, o Zu adorava tomar banho e passar aquele perfuminho para ficar cheiroso)… Os funcionários da VASP perguntaram se a paralisia era efeito de algum sedativo aplicado antes da viagem… ficaram muito emocionados quando dissemos que não, que ele era mesmo paraplégico. Logo juntou gente à sua volta e recebemos ajuda de todo tipo: um arranjou um copo com água, outro arrumou um plástico para que ele não sujasse o carro, outros ajudaram a guardar a caixa de transporte na mala do carro…

Em casa houve um certo choque: eu não tinha avisado aos meus pais que iria adotá-lo!!! Sabia que eles negariam se eu dissesse – e meu pai até hoje agradece por eu não ter falado nada! Ele admite que teria vetado a adoção e que perderia a grande alegria que é conviver diariamente com o Zu. Passado o susto inicial, encontrei no meu pai, Lucio, todo o apoio e suporte para que fosse possível a permanência do Zu na nossa casa. Meu pai sempre gostou muito de desenhar projetos (fazia bolsas multi-uso, barracas de camping que tinham até varanda…), logo tratou de inventar uma cadeirinha de rodas para o Zulu, já que a que eu tinha comprado, de uma marca famosa, só servia para ele fazer passeios na rua (não era boa para ele ficar em casa, já que ele não podia deitar-se com ela). Além de construir a cadeirinha de rodas que o Zu usa até hoje, meu pai também fez diversas adaptações na nossa casa para melhorar a vida dele, construindo rampas de acesso, colocando telas de proteção para ele não se machucar nas grades etc.

Durante esse processo de adaptação, a cada dia nos apaixonávamos mais e mais por esse anjo de quatro patas chamado Zulu. Seus olhos parecem nos trazer sempre mensagens boas, positivas… poderia jurar que ele fala conosco através do seu olhar, sempre transmitindo alegria e meiguice. O que mais nos surpreende é ver o quanto ele é feliz, apesar de tudo – apesar de ter sido abandonado, de ter ido parar nas ruas passando todas as dificuldades de um cão sem dono, apesar de ser deficiente físico. O Zu simplesmente não liga para a sua deficiência… Não liga se não pode correr como os outros cães, se não pode brincar como os outros cães… Ele corre com seu carrinho (antes, “corria” se rastejando no chão mesmo), ele brinca usando apenas as patas da frente… Quem o vê, quem vê essa imensa alegria zu e vique ele transmite através do seu olhar e dos seus gestos, sente que ele é um cão FELIZ. É uma grande lição de vida para todos nós, principalmente contra o preconceito – quem vê cara não vê coração, já dizia o ditado. Ele nos ensina que não importa se você é branco ou negro, se tem ou não deficiência física, se é judeu, católico ou árabe, se é pobre ou rico, enfim… o que importa é a essência, o que está no seu coração. Ele nos ensina também que não importa quão grandes sejam as dificuldades que temos na nossa vida, pois sempre podemos superá-las para sermos felizes.

Enfim, a música que mais combina com o Zu é aquela do Balão Mágico que diz: “Mas se é amigo, não precisa mudar”! (http://videolog.uol.com.br/zulu).

Agradeço à SOZED por nos ter permitido adotar esse anjinho que mudou as nossas vidas para sempre!

Vívian Marassi

(adotado em 2005)
(Infelizmente zulu virou uma estrelinha e hoje temos certeza que é grato por tudo que sua dona fez por ele.)

Meg

Meg foi amor a primeira vista.

Em junho de 2005 levei minha irmã Marcela para fazer uma visita à SOZED e ela ficou encantada com a quantidade de bichinhos lindos lá abrigados, mas foi a última cadelinha a ela apresentada, uma salsichinha que tinha seu corpo tomado por fungos, que roubou o seu coração.

Meg abanava seu rabinho loucamente, dava beijinhos, chorava e a minha irmã se derretia toda em sorrisos, dizendo que tinha encontrado sua nova filhinha. Fomos para casa e quando minha mãe chegou, a festa não foi diferente. Parecia que já a conhecia a muito tempo, tamanha a felicidade ao vê-la chegar. Dia após dia, com tratamento intensivo, Meg ficava ainda mais linda e meiga. Agora, totalmente curada, está uma verdadeira princesinha. Adora tomar seu solzinho pela manhã, correr pelo quintal, brincar de buscar a bolinha e é claro, descansar num colinho bem quentinho, porque ninguém é de ferro.

Meg, te amamos muito!!!

Claudia

Príncipe

Olha vocês precisam ver o Príncipe, ele tá LINDO!!!!!

Nem vão mais reconhecer, ele é outro cachorrinho, alegre, bonito, forte…..tá todo sarado!!!! Ele acorda de manhã e logo tira o pijaminha e vai passear na rua com os outros 4 amigos que ele tem. Depois quando voltaprincipe2.jpg dorme de novo e quando acorda bate um pratão de comida que vc precisa ver!!!!Ele come o dele, e ainda vai limpando os outros pratos. Depois do almoço ele vai pro meu quarto e dorme na minha cama! Quando acorda ele desce e fica brincando com os outros até anoitecer pra poder jantar. Bom, com certeza foi Deus que colocou o Príncipe na minha vida, pq é até engraçado…eu tenho um carinho tão especial por ele que parece que eu já o conheço a muito tempo.

Ah, se vocês quiserem vir aqui em casa para vê-lo podem vir, é só ligar tá bom!!!!

Beijos,Arianna

(Adotado em 2005 )

pelas asperezas da vida …

7 Respostas to “Finais felizes”

  1. Fatima cristina almeida porto sexta-feira, 5 abril, 2013 at 19:35 #

    Estou muito feliz de ler todos esses comentários,de ver que existem pessoas tāo carinhosas com os bichinhos de rua.Eu tenho uma poodlezinha,kika,que tem 13anos,e agradeço todos os dias por ela ter vindo pra minha vida.É minha grande companheira.Espero,de coraçāo,poder estar retribuindo todo o amor,todo carinho quevrecebo desse meu anjinho.

  2. Leandro Reis quarta-feira, 27 março, 2013 at 17:54 #

    Meu nome é Leandro, e acabei de perder um Collie de 14 anos. Parte de mim morreu junto,e nunca mais vou recuperá-la. Mas, graças a ele, Brune, quero me dedicar de corpo e alma à causa dos animais.

    Fiquei muito emocionado, chorando mesmo, com a história do Zulu. Quanto amor sua dona tem no coração, uma vez que as pessoas só se importam com cachorros de raça e com saúde perfeita. A alegria de viver do Zulu é linda! Pelas fotos, ele me passou uma emoção muito grande. Estou muito triste, e até chorando, por saber que ele se foi.

    Os animais são anjos, e merecem o melhor tratamento possível, assim como muito amor,e cada vez mais tentativas por nós de aprimorar seus direitos inalienáveis na Constituição.

    Espero que o comentário possa passar o tamanho do meu amor pelos animais para quem lêr. Com carinho,

    Leandro

  3. Maria de Nazaré N Pinho sexta-feira, 13 julho, 2012 at 22:07 #

    Realmente existem os “anjos de Deus”, e sinceramente não foi sacritifico nenhum ler todos os relatos cada um mais bonito que o outro, tenho na minha casa 5 moças e 3 rapazes, sendo 2 felinas, Mia e Mel e 2 felinos Garfilde e Branco, 1 canino, Marley, a Keith a Pandora e a Perola, somos umas da familias mais felizes da região Norte com certeza..abraços a todos, com carinho..Nazaré (Belém/Pará).

  4. Vandilane quinta-feira, 1 março, 2012 at 21:30 #

    Todas as histórias são lindas, principalmente do Zulu, acho muito legal o trabalho de vocês.

  5. Dária quinta-feira, 1 março, 2012 at 12:09 #

    Estou emocionada com a história do Zulu. Com lágrimas nos olhos… Superação!!!

  6. sandra alice montenegro de melo sábado, 19 março, 2011 at 17:42 #

    Estou muito surpresa em ver a foto dessa linda cadela de nome
    duquesa,parece muito com a minha linda mestiça de cocker NINA.
    Infelizmente a NINA morreu no dia 19/02/2011 com 12 anos.Desde
    então estou à procura de uma cadela para adoção.Quem me dera
    encontrar uma parecida com ela.Resido em jaboatão dos guararapes-PE.sandra.lice@hotmail.com

    • sozed domingo, 20 março, 2011 at 20:50 #

      Olá, Sandra!

      Estamos torcendo para que você encontre uma cadelinha muito carinhosa para adotar! Boa sorte!

      Um abraço,

      Janaina Santos
      Equipe SOZED

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